Água d’Alma no Maxime

Luisa Ortigoso

Mingo Rangel (finalmente apanhei-te de cara levantada e a sorrir…)

Luisa Ortigoso

“Nunca haverá um senão
Zodiacando o caminho
Com Escorpião e Leão
De me escoltar o caminho”

No Cabaret Maxime a rumba despertou o bolero, e transbordou num espectáculo inebriante dos Água d´Alma.
Música e letra de expressão bem portuguesa, da autoria de Mingo Rangel.

O olhar prendeu-se nos sons dos intérpretes, na interpretação da vocalista, “ai de mim/ isto enfim/começa a ser caso sério”.

De bombordo a estibordo, de Zanzibar a Xangai, Istambul ou Marraquexe, Budapeste ou Veneza, filha das neves da Sibéria, a música chamou a chama, e “se houver eclipse terei que ser eu a acender-me”.

O Cabaret Maxime manteve a sua característica original.

Um espaço de fundo negro , luz negra harmonizando vermelhos e prateados , cabaret com teatro de vaudeville, um cenário para várias expressões artísticas. A sua arquitectura de interiores foi notavelmente preservada e constitui um exemplo da modernidade que não descrimina o fulgor dum outro passado.

Por tudo isto, sem eclipse à vista, os Água d´Alma e o Maxime iluminaram a noite lisboeta.

MAIS FOTOGRAFIAS AQUI NO PROGRAMA DE FESTAS

Páginas: Água d’Alma

~ by Dionisio Leitão on December 14, 2007.

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